quarta-feira, 23 de junho de 2010

Diario

É incrível como me desconcentro rápido. Estava empolgada pra escrever mas já perdi toda essa concentração. Mas vou tentar mesmo assim.

Minha mãe vive dizendo que me admira e que me acha muito corajosa estou sempre enfrentando meus medos, sabem o que isso significa?
Que eu sou bastante medrosa.

Essa semana foi de conquistas e dificuldades muito grandes pro meu coração, tive uma crise de pânico feia depois de tantos anos, (antes de tomar remédio foi a última), cheguei a ponto de sentir que ia desmaiar. Tive faringite, tomei antibióticos e isso me deixou com muitas afta na garganta, que me deixou com a sensação de sufoco. Fora isso, depois de muito tempo que não tinha asma por nervosotive quinta-feira, um dia antes da minha crise. o meu namorado tavacom febre e não se sabia porque.
Sexta o dia do acontecimento tive asma ´por motivos de ansiedade, sensação de sufocamento no meio do trânsito de São Paulo, dentro de um fusquinha azul, resultado: deixei minha mãe nervosa, queria respirar para me aclamar e quando mais eu tentava mais me faltava ar e então ficava com mais medo.
Consegui não gritar, mas em compensação meu corpo todo reagiu com formigamento, minhas mão focaram duras e já estava quase perdendo os sentido, minha mãe quase bateu o carro na 23 de maio, e começamos a cantar um hino e comecei me acalmar.
Observação muito importante que só agora estou me dando conta, não fiquei envergonhada depois.


Tá isso foi um acontecimento que pode ter sido isolado como pode não ser também, acontece que passei o fim de semana fritando meu cérebro e e sofrendo com medo de que tivesse que voltar a tomar remédio, "não quero ter pânico de novo, mas também não quero correr o risco", esse era meu constante pensamento.
A dúvida do Tomar ou não tomar o remédio volta a assombrar?
Não quero tomar decisões precipitadas então antes de voltar pro médico dizendo que estou ficando biruta e vou descansar e amanhã eu penso sobre isso.

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